“Corríamos, em bandos, com uma moeda na mão, até à grande caixa de lata vermelha com uma roleta em cima. Acionávamos a roleta e víamos o que nos calhava. 10? 5? 4? Só 1? Alguns explodiam de alegria, outros de desilusão com o que lhes coubera, mas não havia melhor petisco no mundo…”




