Opinião //
“A todos, um Bom Natal…”

“A todos, um Bom Natal…”

Só fazendo as pazes connosco é que conseguiremos ser melhor para os outros, e encontrar dentro de nós o Pai Natal que deseje, a nós próprios – e aos outros, como a todos os leitores –, um excelente e feliz Natal. E um excelente e feliz 2021. Mesmo em tempos terríveis e incertos de pandemia.

Pais extenuados: “sinto grrrrr! nas veias”

Pais extenuados: “sinto grrrrr! nas veias”

Mal daqueles pais que nunca têm (ou fingem não ter!) momentos de desespero, em que sentem que as suas liberdades constitucionais estão seriamente ameaçadas… por um ou mais filhos que, incessantemente, sem dó nem piedade, lhes extorquem o osso, o tutano e… a energia e o tempo. Ah, pois, o tempo, esse devorador das pessoas e das vidas, do lazer e do ócio, da reflexão e da intimidade e contemplação.

Mentir

Mentir

Será que as crianças mentem? Será que seres supostamente tão inocentes e ingénuos têm a habilidade, o engenho e a premeditação suficientes para mentir? A pergunta põe-se muito frequentemente, em casa, na escola, na sociedade. Afinal, o que é mentir? E qual a fronteira entre a mentira e a imaginação? Entre o faltar à verdade e o mentir? Entre o omitir “certos factos” e o contar a história “à sua maneira”?

Sociedade pós-covid

Sociedade pós-covid

Esta pandemia, para lá de tudo o que nos trouxe em termos de riscos, perigos, medos, alterações súbitas e de “180º” nas nossas vidas, confinamentos e tantas coisas mais, mostrou também que o ser humano tem uma capacidade incrível de se reinventar, de definir novos modelos de trabalho, de escolaridade, de transportes, de vida em comum, tudo isto num espaço de tempo minúsculo.

Vem aí a escola!

Vem aí a escola!

O ano letivo vai recomeçar para centenas de milhares de crianças e adolescentes. E professores e auxiliares, entre outros. Neste ano «louco», é difícil garantir que as aulas e a frequência da escola serão como em todos os outros anos. «Rezo aos santinhos» para que possa haver aulas presenciais e recreios dentro do que pode ser o mais próximo da realidade. Todavia, o coronavírus e o governo decidirão se isso se pode concretizar.

“Uma família divorciada pode continuar a ser uma família”

“Uma família divorciada pode continuar a ser uma família”

A separação e o divórcio são situações frequentes na sociedade actual. Aliás, é bom habituarmo-nos a que existem cada vez mais e mais formas de família e que a chamada «tradicional» – pai, mãe e filhos habitando no mesmo lar – não é a única forma de organização desse ecossistema que dá pelo nome de família.

O que ficou «na espuma do confinamento»?

O que ficou «na espuma do confinamento»?

Foram (estão ainda a ser…) tempos complicados no quotidiano da esmagadora maioria das pessoas. Não apenas cai sobre nós o terrível «ponto de interrogação» relativamente ao que aconteceu, ao que está a acontecer e ao futuro, quer do ponto de vista de saúde, quer das nuvens muito negras que pairam sobre a economia e as finanças, como a perplexidade de quem, quase literalmente, um dia acordou e descobriu que o mundo estava às avessas e que as verdades de ontem eram hoje mentiras, e vice-versa.

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