Opinião //
Onde está o Pai pato?

Onde está o Pai pato?

O confinamento trouxe os pais (ainda mais) para dentro de casa. Envolveu-os no dia-a-dia dos seus filhos. Nunca pensei estar grata à pandemia fosse pelo que fosse, mas por isto estou. Acredito que o que se ganhou, nunca se irá perder. Porque os filhos não deixam.

O alarmismo é mau conselheiro

O alarmismo é mau conselheiro

As primeiras doenças das crianças assumem por vezes proporções de tragédia e levam-nos a correr para as urgências. Mas a verdade é que na maioria dos casos não passam de simples viroses. Sem perder o espírito de análise, não se deixem alarmar.

Mãe, sempre ela…

Mãe, sempre ela…

As mães geraram-nos e cuidaram de nós, deram-nos mimo e afeto – e é para dentro da barriga delas que queremos regressar, sempre que nos sentimos tristes, desconfortáveis ou em risco, doentes ou com medo.

É urgente: toca a ler!

É urgente: toca a ler!

É ideia geral que as crianças e os jovens cada vez leem menos. Livros “a sério” estão a cair em desuso, para lá dos que os professores de Português impõem nas aulas.

A urgência do brincar

A urgência do brincar

É necessário libertar as crianças do aprisionamento a que estão sujeitas nas últimas décadas para viverem a sua infância de forma plena. A infância só se vive uma vez e não é repetível.

O poder da conversa

O poder da conversa

Eu e a Marta falamos animadamente, sempre num sussurro, sobre “decoração de interiores”, uma conversa improvável para uma avó e uma neta que acabou de fazer três anos, mas que apetece gravar, para nunca se perder.

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